Rodrik (2013a) e Duarte e Restuccia (2010) demonstram que, com raras exceções, o processo de desenvolvimento pelo qual passaram os países hoje ricos foi marcado por um forte crescimento da indústria. Estes países atualmente têm suas economias baseadas fortemente no setor de serviços. A questão imediata que surge é: é possível se desenvolver com uma economia focada majoritariamente em serviços? Os textos abaixo ajudam na discussão da questão:

ARBACHE, J. A inflação de serviços (post).

ARBACHE, J. Convergência ou divergência de renda? Desafios do desenvolvimento no Século XXI. 1a. Conferência de Lisboa, 4 dez. 2014.

ARBACHE, J. Em busca de atalhos (post).

ARBACHE, J. O Brasil e a importância econômica da indústria intensiva em conhecimento. ABPI. Propostas para a inovação e a propriedade intelectual, vol. 2, set. 2014.

ARBACHE, J. Os serviços na Parceria Transpacífico (post).

ARBACHE, J. Por que serviços? in “Indústria e Desenvolvimento Produtivo no Brasil”, Orgs. N. Barbosa, N. Marconini. M.C. Pinheiro e L. Carvalho, São Paulo: Elsevier e FGV, 2015.

ARBACHE, J. Produtividade no setor de serviços. in “Produtividade no Brasil – Desempenho e Determinantes”, Orgs. F. De Negri e L.R. Cavalcante, Vol. II, Brasília: IPEA, 2015

ARBACHE, J. Service exports – a viable alternative for developing countries? (post).

ARBACHE, J. Serviços e competitividade industrial no Brasil. CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA – CNI (Org.). CNI, 2014.

ARBACHE, J. The contribution of services to manufacturing competitiveness. In “Innovation and Internationalization of services in Latin America”. Orgs. N. Mulder. COLEF, CEPAL & UNCTAD (no prelo).

ARBACHE, J; ARAGÃO, M.C. Infraestrutura e competitividade na indústria brasileira. CNI, nov. 2014.

ARBACHE, J.; ET. AL. El aporte de los servicios al desempeño del sector industrial en Costa Rica. Out. 2015.

ARBACHE, J.; MOREIRA, R. How can services improve producticity? The case of Brazil. Apresentação. REDLAS. 4th REDLAS Conference: Services, Natural Resources and Trade Patterns in Latin America. Mai. 2015.

BRUNELLI, A. Q. Demand for Services Rendered to Families in Brazil in the 2000’s: An Empirical Analysis of Consumer Patterns and Social Expansion. BACEN Working paper, n. 381. Mar. 2015.

DUARTE, M.; RESTUCCIA, D. Relative prices and sectoral productivity. Working Paper. Jan. 2015.

GONZALEZ, J. L.; MELICIANI, V.; SAVONA, M. When Linder meets Hirschman: inter-industry linkages and global value chains in business services. REDLAS. 4th REDLAS Conference: Services, Natural Resources and Trade Patterns in Latin America. Mai. 2015.

HAUSMANN, R.; HIDALGO, C. A., et al. The atlas of economic complexity: mapping paths to prosperity. The MIT Press. Cambridge e Londres. 2013.

OECD. Global value chains and trade in value-added: an initial assessment of the impact on jobs and productivity. Jun. 2016.

OECD. Perspectives on global development 2014 – boosting productivity to meet the middle-income challenge. 2014.

OECD. Services and performance of the Brazilian economy: analysis and policy options. (no prelo).

RODRIK, D. The past, present and future of economic growth. Working Paper. Global Citizen Foundation. jun. 2013a.

RODRIK, D. Unconditional convergence in manufacturing. The Quartely Journal of Economics, v. 128, n. 1, p. 165-204. 2013b.

RODRIK, D. Premature deindustrialization. NBER Working Paper, n. 20935. Fev. 2015.

UNITED NATIONS CONFERENCE ON TRADE AND DEVELOPMENT – UNCTAD. World Investiment Report 2013 – Global value chains: investiment and trade for development. Nações Unidas. Nova Iorque e Genebra, 2013.